Treacher Collins syndrome

O que é Treacher Collins syndrome?

Treacher Collins é uma doença genética que ocorre em cerca de 1 a cada 50,000 nascimentos, tornando-a uma doença rara.

Sintomas pode variar consideravelmente entre os indivíduos, mas a condição afeta principalmente o desenvolvimento dos ossos e tecidos da face.

este síndromes também é conhecido como:
Franceschetti síndromes Disostose mandibulofacial, tipo Treacher Collins, MFD1 TCS autossômica recessiva

Quais mudanças genéticas causam Treacher Collins syndrome?

Mutações no gene TCOF1 causam 90-95% dos casos da síndromes. Os demais casos são causados por mutações nos genes POLR1C, POLR1B, POLR1D. A doença é hereditária em 40% dos casos, sendo a maioria resultado de uma mutação espontânea.

Em alguns casos, uma síndrome genética pode ser o resultado de uma mutação de novo e o primeiro caso em uma família. Neste caso, trata-se de uma nova mutação gênica que ocorre durante o processo reprodutivo.

No entanto, Treacher Collins na família pode tornar os bebês futuros mais suscetíveis à doença.

Quais são os principais sintomas de Treacher Collins syndrome?

O principal sintomas do síndromes relacionam-se principalmente com o rosto.

Essas características faciais exclusivas incluem um olho preguiçoso, cílios esparsos ou ausentes, maçãs do rosto anormais ou pequenas, mandíbula inferior e queixo menores.
As orelhas podem ser menores, malformadas ou até ausentes e a perda auditiva é um problema em indivíduos com síndromes. Assim como uma fenda palatina.

Os indivíduos também podem ter menos dentes e dentes desalinhados e descoloridos.

Atraso no desenvolvimento da fala e motor não são incomuns em indivíduos com síndromes também.

Possíveis traços / características clínicas:
Achatamento do malar, Coloboma da pálpebra inferior, Fissuras palpebrais inclinadas para baixo, Anormalidade do ouvido externo, Fenda palatina, Herança autossômica recessiva, Micrognatia, Disostose mandibulofacial

Como alguém faz o teste de Treacher Collins syndrome?

O teste inicial para Treacher Collins syndrome pode começar com a triagem de análise facial, por meio do FDNA Telehealth plataforma telegenética, que pode identificar os principais marcadores do síndromes e delineia a necessidade de mais testes. Seguirá uma consulta com um conselheiro genético e, em seguida, um geneticista. 

Com base nesta consulta clínica com um geneticista, as diferentes opções para testes genéticos serão compartilhadas e o consentimento será solicitado para testes adicionais.

Informações médicas sobre Treacher Collins syndrome

Treacher Collins syndrome is a craniofacial development disorder with a variable phenotype that can include hypoplasia of the zygomatic bones and mandible, microtia and other ear abnormalities, conductive hearing loss, and cleft palate. Treacher Collins syndrome 1 is caused by heterozygous mutations in the TCOF1 gene on chromosome 5q32-q33.

The main features are symmetrical facial abnormalities consisting of malformed ears, malar hypoplasia, a coloboma of the lateral part of the lower lid, mandibular hypoplasia, a cleft palate, and sensorineural deafness. The syndrome must be differentiated from Goldenhar syndrome, Nager syndrome and other acrofacial dysostoses.

This well-documented autosomal dominant condition can be very variable (see Dixon et al., 1994).

Autosomal dominant inheritance is well-established, however Richieri-Costa et al., (1993) reported two affected brothers with apparently unaffected parents and one other affected girl with first-cousin parents. They reviewed other possible autosomal recessive cases in the literature. It is difficult to rule out incomplete expression or germinal mosaicism iand namedn these rare families.

Dixon et al., (1996) isolated the gene TCOF1 encoding Treacle. Mutations resulted in premature termination of the protein.
Arn et al., (1993) reported a 21-month-old girl with mild mandibulofacial dysostosis and a deletion of 3p24.1. Deletions at 13q12.2 involving subunits of RNA polymerases I and III can also cause this phenotype (Dauwerse et al., 2011). Most of their cases were deletions of POLR1D, but they also report homozygous mutations of POLR1C as a cause - see also Schaefer et al., (2014) for the recessive type with mutations in POLR1D.

Gladwin et al., (1996) reported further mutations leading to haploinsufficiency. Additional mutations were reported by Splendore et al., (2002).

Hansen et al., (1996) reported a severely affected case with arhinia and uveal colobomas together with almost absent ears. The mother was mildly affected, the sister was a classical case, and the father was apparently unaffected.

Splendore et al., (2003) showed that seven of 10 sporadic mutations were paternal in origin.

Thirteen families were reported by Dixon et al., (2004) illustrating the usefulness of molecular diagnosis, especially in those cases where clinical diagnosis may be equivocal and when prenatal diagnosis is required.

There were similar findings in the report by Teber et al., (2004).

A clinically unaffected mother of a ""sporadic"" case of Treacher Collins was shown by Shoo et al., (2004) to be mosaic for the mutation.

Robb et al., (1991) reported a case with a tracheoesophageal fistula, a rectovaginal fistula, and anal atresia, and the case reported by Horiuchi et al., (2004) had esophageal regurgitation, craniosynostosis, and choanal atresia. This patient had a novel nonsense TCOF1 mutation.

A patient with a micropenis and male pseudohermaphroditism was reported by Writzl et al., (2008).

The patient reported by Li et al., (2009) had a Nt4365 delA mutation and a most unusual phenotype. Facially, there was an aberrant anterior hairline, with bitemporal rectangular extensions of hair into the preauricular region, and a shallow groove that ran from this region to the corner of the mouth. The eyebrows were widely spaced and besides the lid colobomas, there was an iris coloboma. The nose was prominent with poorly formed nares. The external genitalia were hypoplastic; there was an ASD, patent ductus, displacement of the thyroid and thymus; and a small accessory spleen. There was retinal dysplasia and a choroidal coloboma.

Note the two extraordinary severe cases reported by Bauer et al., (2013). One had a TCOF1 mutation (the other could not be tested). Both looked like the result of amniotic bands, and one had an encephalocele.

Vincent et al., (2015) described a series of 146 patients with Treacher Collins syndrome. Sixty-three percent of patients had a mutation in TCOF1, 6% in POLR1D, and none in POLR1C. The most commonly occurring features in patients with mutations in TCOF1 were downward-slanting palpebral fissures, malar hypoplasia, and conductive deafness. Mandibular hypoplasia, lower eyelid coloboma, and facial asymmetry were less frequent. Patients with mutations in POLR1D had mild features and no life-threatening complications. Congenital cardiac defects occurred in 8% of patients with a TCOF1 mutation. Among the patients with intellectual disability and/or microcephaly, four patients carried a mutation in EFTUD2, and two patients had a 5q32 deletion encompassing TCOF1 and CAMK2A.

* This information is courtesy of the L M D.
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